Uma certo dia, eu estava brincando com minha irmã e vizinhos quando meus pais me chamaram para assistir um filme que meus amigos e minha irmã não poderiam ver. Medo. Na sala minha mãe me esperava com alguns vizinhos. Todos sentados no sofá em frente à televisão que chiava no canal fora do sinal AV. Trancaram a porta.
Colocaram o filme.
Era pornô.
Eu tampei os olhos. Meu começou a gritar: olhe pra mulher! Olhe! Não tampe esses olhos, mariquinha! Olha pra buceta dela!
Ouvi risos. Minha mãe e os vizinhos estavam rindo de mim, da minha vergonha e dor.
Humilhação, mais uma vez. Já não bastava na escola?
O que papai não imaginava era que, quanto mais eu olhava para a tela e chorava. Mais eu sentia um desejo insano em obter o corpo do ator e ser introduzido pelo pênis ereto dele.

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