“Eu também não te condeno, podes ir e não peques mais” (Jo 8,1-11) disse Jesus a Maria Madalena, a prostituta. Mas Maria não entendia a razão de aquilo ser pecado se o homem que dormistes, também gostou do que fez. Sentir prazer era pecado?
Maria foi caminhando cabisbaixa, pensando se não ocorreria de pecar de novo. José, seu amante então aparece diante da solidão reflexiva da mulher adúltera e grita: Eu também pequei! Atirem-me as pedras! Eu a seduzi!
A multidão se enfureceu e xingou Cristo de complacente dos imorais. ‘Você deve ser que nem um deles! Hipócrita!’, gritou aos berros um dos homens cheio de fúria e revolta. Mas José insistiu: eu a tentei, eu a desonrei em seu íntimo e agora em público, como também fiz com a minha esposa, que se recusa a se deitar comigo. Minha esposa não me ama e não me deseja, mas temos uma criança para cuidar e educar. Me condenem!

E Maria Madalena foi apedrejada por enfeitiçar aquele pobre coitado homem, vítima de práticas imorais dentro do seio da família e por ter cometido tal bruxaria contra ele. Não lhe faltaram pedras. Jesus também foi apedrejado, como os dois praticantes sexualmente pervertidos.
Morreram os três: Jesus, Maria Madalena e José.

Disseram que Jesus não ressuscitou no terceiro dia, como havia sinalizado aos apóstolos.

 

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